Clima e mercado desafiam cafeicultura e ampliam busca por novas tecnologias
Na Femagri, ICL apresentou ciência, dados e resultados para contribuir com o desenvolvimento da produção cafeeira.
Nesta Página
A cafeicultura vive uma fase de expectativa de safra recorde para 2026 em Minas Gerais, mesmo em um cenário marcado por desafios climáticos e volatilidade de preços. O perfil do produtor tem se tornado cada vez mais profissional e orientado por dados, o que amplia a busca por inovação. A participação da ICL na Femagri, na última semana, reforça o compromisso da companhia em apoiar a evolução tecnológica da cafeicultura. Realizada em Guaxupé (MG), a feira se consolidou como espaço estratégico para a troca de conhecimento técnico e apresentação de soluções voltadas à eficiência produtiva.
Segundo Ioná Rech, consultora sênior de Desenvolvimento de Mercado da ICL, o produtor entende que diversos quesitos caminham juntos dentro de um sistema equilibrado de manejo. “O cafeicultor de hoje não vê produtividade, qualidade de bebida e rentabilidade como fatores isolados. Ele busca a rentabilidade sustentável, que é resultado do equilíbrio entre alta produtividade e qualidade superior. Investir em nutrição eficiente e em tecnologias que aumentem a performance da planta é fundamental para maximizar o retorno por hectare”, afirmou.
Durante a feira, a ICL apresentou soluções voltadas justamente para esse ganho de eficiência. Entre os destaques tecnologias de nutrição e fisiologia vegetal, como Polyblen, fertilizante de liberação gradual com maior eficiência em fornecer Nitrogênio em uma única aplicação no solo; e Keep Green, biofertilizante que atua no metabolismo da planta para reduzir o efeito da escaldadura no café. E ainda Nutroscan, uma ferramenta de análise foliar em tempo real, que promove mais clareza, confiabilidade e assertividade na detecção dos nutrientes que a planta precisa e está em fase de implementação do uso na cultura do café.
Emerson Caselato, engenheiro agrônomo e gerente de Contas da ICL, destacou que o público da Femagri se caracteriza por um elevado nível de tecnificação. “Na Femagri não levamos apenas produtos. Levamos ciência, dados e resultados. Os participantes esperam discussões técnicas aprofundadas, pesquisas regionais e evidências claras de como nossas tecnologias podem melhorar a eficiência produtiva e o retorno sobre o investimento”.
Além da apresentação de tecnologias, a empresa levou ao evento resultados obtidos em campo em parceria com produtores e cooperativas da região, reforçando a importância da validação local das soluções agronômicas. A estratégia incluiu ainda discussões sobre agricultura orientada por dados e ferramentas que ampliam a precisão do manejo nutricional.
Nesse contexto, a Femagri também se consolidou como um espaço relevante para fortalecer o relacionamento com produtores e cooperados da Cooxupé, uma das principais cooperativas de café do mundo. A ICL buscou na feira ampliar o diálogo técnico com os cafeicultores e apoiar decisões de investimento voltadas às próximas safras, inclusive com instrumentos como operações de barter, que ajudam a planejar o custeio de forma mais estratégica.
“O futuro da cafeicultura passa por sistemas cada vez mais integrados, que combinam nutrição de precisão, fisiologia vegetal, biologia do solo e análise de dados. A proposta apresentada na Femagri buscou justamente contribuir para esse avanço”, reforçou Caselato.




